* CONSCIÊNCIA LIVRE *

Saudações Cordiais! Deixo neste espaço um pouco do que vivi e aprendi para que você possa apreciar e participar comigo, com carinho e simplicidade. Bom proveito! KHEÓPS JUSTO.

6/9/09

BÍBLIA, UM LIVRO A MUITAS MÃOS…

 

A BÍBLIA E SEUS ESCRITORES
 
A palavra bíblia é derivada da palavra grega biblos, que significa: livro ou rolo.
A bíblia foi escrita durante um período de mais de 1500 anos, foram aproximadamente 40 os seus autores, servos inspirados pelo Espírito Santo.
Apesar dos seus diversos autores é um só livro, com uma única mensagem, isenta de contradições em seu conteúdo.
É um livro espiritual, se aceita pela fé, direcionada a um povo especifico, o Povo de Deus.
São estes, todos os que foram lavados e restaurados no sangue de Jesus e o tem como Mestre.
Devemos lê-la em espírito, meditando em seus ensinamentos e ouvindo a voz do Santo Espírito, que nos dá a compreensão.
É um livro especial que traz os princípios da fé do Povo de Deus.
A seguir, apresentamos uma tabela com os livros, datas prováveis em que foram escritos e autores.
Livro
Data
Autor
Livro
Data
Autor
Antigo Testamento:
Gn
1440 aC
Moisés
Ex
1400 aC
Moisés
Lv
1445 aC
Moisés
Nm
1400 aC
Moisés
Dt
1400 aC
Moisés
Js
1400—1375 aC
Josué
Jz
1050—1000 aC
Desconhecido
Rt
1050—500 aC
Desconhecido
1 Sm
931—722 aC
Samuel e outros
2 Sm
931—722 aC
Samuel e outros
1 Rs
560—538 aC
Jeremias
2 Rs
560—538 aC
Jeremias
1 Cr
425—400 aC
Esdras
2 Cr
425—400 aC
Esdras
Ed
538—457 Ac
Esdras
Ne
423 aC
Neemias
Et
465 aC
Desconhecido
Sec. V—II aC
Moisés ou Salomão
Sl
1000—300 aC
Davi, Asafe e outros
Pv
950—700 aC
Salomão e outros
Ec
935 aC
Salomão
Ct
970—930 aC
Salomão
Is
700—690 aC
Isaias
Jr
626—586 aC
Jeremias
Lm
587 aC
Jeremias
Ez
593—573 aC
Ezequiel
Dn
537 aC
Daniel
Os
750 aC
Oséias
Jl
835—805 aC
Joel
Am
760—750 aC
Amós
Ob
586 aC
Obadias
Jn
760 aC
Jonas
Mq
704—696 aC
Miquéias
Na
612 aC
Naum
Hc
600 aC
Habacuque
Sf
630 aC
Sofonias
Ag
520 aC
Ageu
Zc
520—475 aC
Zacarias
Ml
450 aC
Malaquias
 
Novo Testamento:
Mt
50 –75 dC
Mateus
Mc
65—70 dC
Marcos
Lc
59—75 dC
Lucas
Jo
85 dC
João
At
62 dC
Lucas
Rm
56 dC
Paulo
1Co
56 dC
Paulo
2Co
56 dC
Paulo
Gl
55—56 dC
Paulo
Ef
60—61 dC
Paulo
Fp
61 dC
Paulo
Cl
61 dC
Paulo
1Ts
50 dC
Paulo
2Ts
50 dC
Paulo
1Tm
64 dC
Paulo
2Tm
66—67 dC
Paulo
Tt
64 dC
Paulo
Fm
60—61 dC
Paulo
Hb
64—68 dC
Desconhecido
Tg
48-62 dC
Tiago (irmão de Jesus)
 1Pe
     60 dC
Pedro
2Pe
65—68 dC
Pedro
1Jo
90 dC
1,2,3 Jo // João
Jd
65—80 Dc
Judas
Ap
70—95 dC
João
 
 
 
criado por Kheóps    15:31:37 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?

23/8/09

DESCOBERTAS ARQUEOLÓGICAS-2

 

As descobertas arqueológicas, como a dos manuscritos do Mar Morto e outras mais recentes, continuam a fornecer novos dados aos tradutores da bíblia. Elas têm ajudado a resolver várias questões a respeito de palavras e termos hebraicos e gregos, cujo sentido não era absolutamente claro. Antes disso, os tradutores se baseavam em manuscritos mais "novos", ou seja, em cópias produzidas em datas mais distantes da origem dos textos bíblicos.
Se os estudos de Metafísica do Grego Aristóteles até hoje não têm um significado adequado quanto à simples origem da palavra “Metafísica”, que se dirá então de um livro inteiro, fracionado em dois períodos, como a bíblia?

criado por Kheóps    16:42:46 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?

18/8/09

DESCOBERTAS ARQUEOLÓGICAS.

 

 

Várias foram as descobertas arqueológicas que proporcionaram o melhor entendimento das Escrituras Sagradas. Os manuscritos mais antigos que existem de trechos do Antigo Testamento datam de 850 d.C. Existem, porém, partes menores bem mais antigas como o Papiro Nash do segundo século da era cristã. Mas sem dúvida a maior descoberta ocorreu em 1947, quando um pastor beduíno, que buscava uma cabra perdida de seu rebanho, encontrou por acaso os Manuscritos do Mar Morto, na região de Jericó. Durante nove anos vários documentos foram encontrados nas cavernas de Qumrân, no Mar Morto, constituindo-se nos mais antigos fragmentos da bíblia hebraica que se têm notícias. Escondidos ali pela tribo judaica dos essênios no Século I, nos 800 pergaminhos, escritos entre 250 a.C. a 100 d.C., aparecem comentários teológicos e descrições da vida religiosa deste povo, revelando aspectos até então considerados exclusivos do cristianismo.

 

Estes documentos tiveram grande impacto na visão da bíblia, pois fornecem espantosa confirmação da fidelidade dos textos massoréticos[1] aos originais. O estudo da cerâmica dos jarros e a datação por carbono 14 estabelecem que os documentos foram produzidos entre 168 a.C. e 233 d.C. Destaca-se, entre estes documentos, uma cópia quase completa do livro de Isaías, feita cerca de cem anos antes do nascimento de Cristo. Especialistas compararam o texto dessa cópia com o texto-padrão do Antigo Testamento hebraico (o manuscrito chamado Codex Leningradense, de 1008 d.C.) e descobriram que as diferenças entre ambos eram mínimas. Outros manuscritos também foram encontrados neste mesmo local, como o do profeta Isaías, fragmentos de um texto do profeta Samuel, textos de profetas menores, parte do livro de Levítico e um targum (paráfrase) de Jó.


[1] [Do hebr. massorat, 'tradição'.]
1- O conjunto dos comentários críticos e gramaticais acerca da Bíblia (sobretudo o Velho Testamento) feitos por doutores judeus. Fonte: Dicionário Aurélio Século XXI Eletrônico. 

 

criado por Kheóps    11:37:24 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?

13/8/09

O CONTEÚDO DOS APÓCRIFOS-3

Montanhas do Qumran 

Outro tipo de apócrifos são os que propunham doutrinas heréticas. Os padres os citam para rebatê-los e, com freqüência, os designam pelo nome do herege que tinha escrito como o de Marcião, Basílides ou Valentim, ou pelos destinatários aos quais iam dirigidos, como o dos Hebreus ou o dos Egípcios. Outras vezes os próprios padres acusam esses hereges de pôr suas doutrinas sob o nome de algum apóstolo, preferentemente São Tiago ou Tomé. As informações se confirmaram com a aparição de umas quarenta obras gnósticas em Nag Hammadi (Egito) em 1945. Normalmente apresentam revelações secretas de Jesus, que carecem de qualquer garantia. Costumam imaginar Deus Criador como um deus inferior e perverso (o Demiurgo) e a aquisição da salvação por parte do homem a partir do conhecimento de sua procedência divina.
criado por Kheóps    20:35:01 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?

1/8/09

O CONTEÚDO DOS APÓCRIFOS-2

 Outros apócrifos mais recentes recolhem a mesma história, como o "Pseudo Mateus", que conta que o seu cajado floresceu milagrosamente. Também se detém o Protoevangelho em descrever o nascimento de Jesus quando José ia com Maria até Belém. Narra que o santo patriarca buscou uma parteira, que pôde comprovar a virgindade de Maria no parto.

Em uma linha parecida, outros apócrifos, como "o Nascimento de Maria", se detêm em narrar o nascimento da Virgem, quando Joaquim e Ana já eram anciãos. A infância de Jesus e os milagres que fazia quando criança são narrados pelo "Pseudo Tomás", e a morte de José é o tema principal da "História de José, o Carpinteiro". Nos apócrifos árabes da infância, já mais recentes, se fixa a atenção nos Reis Magos, dos quais num apócrifo etíope se incluem inclusive os nomes pelos quais se tornaram populares.

 

Um motivo muito presente em outros apócrifos, como o chamado "Livro do Repouso" ou o "Pseudo Melitão", foi a morte e a Assunção da Santíssima Virgem, narrando que morreu rodeada pelos apóstolos e que o Senhor transportou o seu corpo em um carro celeste. Todas essas lendas piedosas circularam com profusão na Idade Média e serviram de inspiração a muitos artistas.

criado por Kheóps    17:20:57 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?

27/7/09

SITES AMIGOS & PARCEIROS.

Visite também:

http://conscienciastral.blogspot.com/

http://www.amasofia.org.br/

http://www.redeaurora.org.br/index.htm

http://www.viagemastral.com/gva/

http://www.luzdoser.org/

criado por Kheóps    13:01:54 — Arquivado em: SITES CAMARADAS

23/7/09

O CONTEÚDO DOS APÓCRIFOS

A melhor mentira é proferida pela inocência, a qual, sendo uma sincera equivocada, acredita que sua posição seja a verdadeira.

Kheóps. 

 

Segundo investigações hoje notórias, há fundamentalmente três tipos de evangelhos apócrifos, que proliferaram entre os cristãos no século II e posteriormente:

— aqueles dos quais só restaram alguns fragmentos escritos em papiro e se assemelham bastante aos evangelhos canônicos;
— os que se conservaram completos e narram com sentido piedoso histórias sobre Jesus e a Santíssima Virgem; e
— aqueles outros que, utilizando o nome de algum apóstolo, ensinavam doutrinas diversas daquelas que a Igreja proclamava, seguindo a verdadeira tradição apostólica.
Os primeiros são escassos e não dizem nada de novo, talvez porque se conhece pouco sobre o seu conteúdo. A eles pertencem os fragmentos do "evangelho de Pedro", que narram a Paixão.
 

 

Entre os do segundo tipo, o mais antigo é o chamado "Protoevangelho de São Tiago" que narra a permanência da Santíssima Virgem no templo desde que tinha três anos e como foi designado São José, que era viúvo, para cuidar dela quando esta cumpriu os doze anos. Os sacerdotes do templo reuniram todos os viúvos e um prodígio ocorrido com José, que consistiu em surgir uma pomba do seu cajado, fez que fosse ele o escolhido.
 

criado por Kheóps    16:07:03 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?

20/7/09

EVANGELHOS APÓCRIFOS-3

Estes Evangelhos considerados apócrifos foram publicados ao mesmo tempo em que os que passam por canônicos, foram recebidos com igual respeito e idêntica confiança e, ainda, sendo citados preferencialmente nos primeiros séculos. Logo, o mesmo motivo que pesa em favor da autenticidade de uns, pesa também a favor de outros. No entanto, somente quatro são aceitos “oficialmente”.Irineu bispo de Lion

 

 

A admissão exclusiva dos quatro Evangelhos hoje aceitos se deu no século IV, no ano de 325 d.C., por ocasião do Concílio de Nicéia e depois referenciado em 363 d.C., no de Laodicéia, No entanto, Irineu, bispo de Lion que morrera mais ou menos no ano 200, já expressava sua preferência pelos quatro Evangelhos hoje aceitos como canônicos. Irineu compôs contra as principais heresias do tempo uma refutação completa em cinco livros. Eis o conteúdo e modo de exposição: a unidade de Deus, criador do céu e da terra, é proclamada por todos os séculos e todos os homens. A Igreja católica é a fiel depositária dessa tradição universal. A santidade é inseparável dessa Igreja. A Igreja é universal. É apostólica. Para confundir todos os hereges, basta a tradição da Igreja romana.

 

Cruz no Abismo

Devemos lembrar que como instituição, a igreja tem seus erros e acertos, pois apesar de alegar ter os olhos do Senhor, é controlada por humanos. Portanto não nos esqueçamos que os Evangelhos Apócrifos, ou não aceitos, assim foram rotulados por humanos como nós, que, enquanto nessa condição, incorrem em erros, e não é nossa proposta alegar que estejam agindo com má-fé.

 

criado por Kheóps    14:34:05 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?

19/7/09

EVANGELHOS APÓCRIFOS-2

Por que então não são incluídos na “categoria” bíblica? E o que é mais estranho, por que foram perseguidos e condenados durante séculos?

Com o passar dos séculos, o termo apócrifo foi ganhando outros significados. Na antiguidade, designava obras de uso exclusivo de seitas ou escolhas iniciáticas de mistério. Mais tarde adquiriu o significado de livro de origem duvidosa, ou, obra ou fato sem autenticidade, ou cuja autenticidade não se provou.

Não se tira o fato Apócrifo de Judas.de que é certo que deve ser muito difícil para a igreja separar os textos que relatam os fatos da Vida e Obra do Mestre Jesus dos que contam histórias sem autenticidade. Porém, a própria instituição reconhece hoje em dia o valor de algumas destas obras, ou Evangelhos Apócrifos, os quais nos contam algumas passagens da Natividade, Infância e Pregação do Avatar e sua progenitora.

 

 

Hoje, a igreja reconhece como parte da tradição, os Evangelhos Apócrifos de Tiago, Matheus, O Livro sobre a Natividade de Maria, o Evangelho de Pedro e o Armênio e Árabe da Infância de Jesus, além dos evangelistas “aceitos”.

A maior parte destes textos apareceu nos séculos II e IV e atualmente são considerados apócrifos. Na realidade, a única diferença entre eles e os quatro Evangelhos Canônicos resume-se ao fato de que “não foram inspirados por Deus”.

 

criado por Kheóps    21:26:49 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?

6/7/09

OS EVANGELHOS APÓCRIFOS

A humanidade está presa e perdida em questionamentos profundos e filosofais

que não conduzem e nem explicam.

Melhor seria se ater a uma única pergunta: QUEM SOU?

Sabendo-se quem é, sabe-se o COMO, o QUANDO e o PORQUÊ!

Kheóps

 

Provavelmente você já ouviu falar nos “Evangelhos Apócrifos”. Mas que significado tem a palavra “apócrifo”? Apócrifos são chamados os livros que apesar de atribuídos a um autor sagrado, não são aceitos como canônicos. E qual o exato significado da palavra “canônico”? A palavra deriva de “Cânon”, que é o catálogo de Livros Sagrados admitidos pela igreja, no caso, a Católica.

Sendo assim, que critério a igreja se utilizou para decidir se um livro, supostamente escrito por um autor sagrado, tem caráter apócrifo ou canônico?

 A bíblia como um todo, não apresentou sempre a forma como hoje é conhecida. Vários textos, chamados hoje de "apócrifos", figuravam anteriormente na bíblia, mas ao longo dos sucessivos concílios acabaram sendo eliminados. Houve os que depois viriam a ser beneficiados por uma reconsideração e tornariam a partilhar a bíblia. No início do cristianismo os evangelhos eram em número de 315, sendo posteriormente reduzidos para quatro, no Concílio de Nicéia.

Os Evangelhos Apócrifos são numerosos e das mais variadas índoles: Evangelho da Infância de Jesus, Evangelho de Maria, dos Doze Apóstolos, de São Pedro, de São Bartolomeu etc… Existe também o Evangelho de Eva, de Zacarias, de Gamaliel e até de Judas Iscariotes.

 

 

 

 

Quando exploramos o assunto, vemos que a “escolha” é feita pela fé, para não dizer conveniência. Os Livros Canônicos são os livros escritos por inspiração Divina. Mas de que forma podem saber quais foram e quais não foram inspirados por Deus?

O que é ainda mais interessante neste assunto é que a própria igreja reconhece que boa parte desses Evangelhos Apócrifos foram elaborados por autores sagrados.

criado por Kheóps    16:50:30 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?
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