12/9/08
TEMOR
Considerado como um dos grandes defeitos junto com os outros sete já bem conhecidos. Poderia ser tomado como o oitavo ego ou besta!
As fases pelas quais este elemento denso se manifesta, são:
1 – Inconsciência.
2 – Identificação.
3 – Suscetibilidade.
4 – Alucinações.
5 – Pantofobia constante (medos angustiantes).

Temores nascidos na infância por traumas ou complexos provocados por familiares, amigos, seitas, religiões, escolas, tradições, guerras, conceitos e afins.
Entre os principais temores, tem-se:
Temor por culpabilidade.
Temor ao: desconhecido, que dirão, fracasso.
Temor a: equivocar-se, morte, perder algo – familiar, amigos, emprego, etc. -, perder a imagem, pobreza, ser sincero e natural, sofrer, solidão, adoecer, vida.
Temor às pessoas.
Temor as suas reações.
Vamos nos aprofundar sobre este agregado e descobriremos algo muito interessante. Temos que desintegrar o temor ao desconhecido, ao que dirão, ao fracasso, à vida e todos os que acima foram elencados e que não o foram. Não se deve temer a ninguém! Nem a Deus! Nem aos homens, nem a si mesmo. Porém, sua contrapartida é o RESPEITO!
O temor está incutido, implantado na humanidade desde os primórdios para proteger a pessoa de si e dos perigos. Por tal, é o último elemento que normalmente é trabalhado, pois como seria uma pessoa neste mundo como está sem medo de nada? Uma tragédia, um desastre!
Uma pessoa para começar a eliminar o temor de falar em público, precisa antes saber como estão os elementos do orgulho, da inveja.
Uma pessoa antes perder o medo de atirar, precisa verificar como anda sua ira, sua luxúria.
Uma pessoa antes de perder o horror de experimentar algo novo, necessita avaliar como está sua gula, sua cobiça.
Uma criança que não teme o fogo, se queima, assim somos nós.
Devemos ser cuidadosos, zelosos, mas parar de enquadrar elementos densos em nossos cofres escuros, policiando-os para que não ajam. Eles precisam ser erradicados, desintegrados de nosso universo, só assim seremos libertos e termos CONSCIÊNCIA LIVRE!

criado por Kheóps
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