* CONSCIÊNCIA LIVRE *

Saudações Cordiais! Deixo neste espaço um pouco do que vivi e aprendi para que você possa apreciar e participar comigo, com carinho e simplicidade. Bom proveito! KHEÓPS JUSTO.

4/10/09

ESTUDOS E TEORIAS

Três anos depois, Hobart Mowrer lançou uma teoria dos efeitos psico­lógicos danosos dos pecados não confessados (especialmente entre os protestantes), contra os quais indi­cou “grupos de integridade” que lem­bram, de certo modo, os procedimen­tos adotados por agrupamentos do início da cristandade — identificação do pecado e correção de rumo com o apoio dos companheiros.

Hobart Mowrer

 

Em From Sin to Wholeness (1982), Brian W. Grant afirmava que os sete pe­cados capitais advêm da infância mal orientada (preguiça e gula), da ado­lescência prolongada (raiva e luxú­ria) e da maturidade excessiva (ava­reza, inveja e orgulho). No fim da­quela década, o sociólogo Anthony Campolo definiu os pecados como “atitudes, emoções e estados da men­te (que) condicionam nosso compor­tamento em formas que são destru­tivas para nós mesmos e para aque­les à nossa volta”.

Brian W. Grant

Mais recentemente, em 1997, So­lomon Schimmel afirmou em The Seven Deadly Sins: Jewish, Christi­am, and Classical Reflections on Hu­mam Psychology que muitos pecados tradicionais, e mais especificamente os sete pecados capitais, são psicológicos tanto quanto qualquer outra coisa, e “são primariamente relacionados com o que significa ser humano e as responsabilidades que temos de preencher se quere­mos ser considerados como tal”.

So­lomon Schimmel

criado por Kheóps    11:30:22 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?

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