A humanidade está presa e perdida em questionamentos profundos e filosofais
que não conduzem e nem explicam.
Melhor seria se ater a uma única pergunta: QUEM SOU?
Sabendo-se quem é, sabe-se o COMO, o QUANDO e o PORQUÊ!
Kheóps
Provavelmente você já ouviu falar nos “Evangelhos Apócrifos”. Mas que significado tem a palavra “apócrifo”? Apócrifos são chamados os livros que apesar de atribuídos a um autor sagrado, não são aceitos como canônicos. E qual o exato significado da palavra “canônico”? A palavra deriva de “Cânon”, que é o catálogo de Livros Sagrados admitidos pela igreja, no caso, a Católica.
Sendo assim, que critério a igreja se utilizou para decidir se um livro, supostamente escrito por um autor sagrado, tem caráter apócrifo ou canônico?

A bíblia como um todo, não apresentou sempre a forma como hoje é conhecida. Vários textos, chamados hoje de "apócrifos", figuravam anteriormente na bíblia, mas ao longo dos sucessivos concílios acabaram sendo eliminados. Houve os que depois viriam a ser beneficiados por uma reconsideração e tornariam a partilhar a bíblia. No início do cristianismo os evangelhos eram em número de 315, sendo posteriormente reduzidos para quatro, no Concílio de Nicéia.
Os Evangelhos Apócrifos são numerosos e das mais variadas índoles: Evangelho da Infância de Jesus, Evangelho de Maria, dos Doze Apóstolos, de São Pedro, de São Bartolomeu etc… Existe também o Evangelho de Eva, de Zacarias, de Gamaliel e até de Judas Iscariotes.

Quando exploramos o assunto, vemos que a “escolha” é feita pela fé, para não dizer conveniência. Os Livros Canônicos são os livros escritos por inspiração Divina. Mas de que forma podem saber quais foram e quais não foram inspirados por Deus?
O que é ainda mais interessante neste assunto é que a própria igreja reconhece que boa parte desses Evangelhos Apócrifos foram elaborados por autores sagrados.