* CONSCIÊNCIA LIVRE *

Saudações Cordiais! Deixo neste espaço um pouco do que vivi e aprendi para que você possa apreciar e participar comigo, com carinho e simplicidade. Bom proveito! KHEÓPS JUSTO.

26/2/09

SÍNTESE - 2

Disso tudo deveria nascer uma religião forte que servisse ao Império Romano. Veio ainda a serem criados os simbolismos da Sagrada Família e de todos os Santos, mas as verdades do real cânone do Novo Testamento e parte das Sagradas Escrituras deviam ser suprimidas ou ocultadas, inclusive as obras de Sócrates e outras Filosofias contrárias aos interesses da igreja que nascia. Esta lógica foi adotada pelas forças clericais mancomunadas com a política romana, que precisava desta religião, forte o bastante, para impor-se aos povos conquistados e reprimidos por Roma, para assegurar-se nas regiões invadidas, onde dominava as terras, mas não o espírito dos povos ocupados. Em troca, o Cristianismo ganhava a Universalidade, pois queria se tornar “A Religião Imperial Católica Apostólica Romana”, que vinha a ser sustentada pela força, ao mesmo tempo em que simulava a graça divina, recomendando o arrependimento e perdão, mas que na prática derrotava seus inimigos a golpes de espada.

 Então não era da tolerância pregada pelo Cristianismo que Constantino precisava, mas de uma religião autoritária, rígida, sem evasivas, de longo alcance, com raízes profundas no passado e uma promessa inflexível no futuro, estabelecida mediante poderes, leis e costumes terrenos. Para isso, Constantino devia adaptar a “Religião do Galileu”, dando-lhes origens divinas e assim impressionaria mais o povo o qual sabendo que Jesus era reconhecido como o próprio Deus na nova religião que nascia, haveria facilidade de impor a sua estrutura hierárquica, seu regime monárquico imperial, e assim os seus poderes ganhariam amplos limites, quase inatingíveis.

Quando Constantino morreu, em 337, foi batizado e enterrado na consideração de que ele se tornara um décimo terceiro Apóstolo, e na iconografia eclesiástica veio a ser representado recebendo a coroa das mãos de Deus.

 

criado por Kheóps    14:59:51 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?

10/2/09

EVENTO DO NATAL.

OLHA SÓ O RESULTADO DA PREPARAÇÃO DO NATAL DE 2008.

O PESSOAL PARTICIPOU ATIVAMENTE.

CENAS DO EVENTO.

(Momentos de descontração pela manhã)

(Ritual do Sol)

(Trabalhando com os Elementais)

(Palestra informal sobre Lei da Renúnica e Perdão)

(O grande amigo Seu Antônio de Porto Velho-RO)

(Alguns dos organizadosres e participantes em momentos antes do ritual do Sol)

ESTE É O BOM CASAL AMIGO. SÃO OS DONOS DA CHÁCARA ONDE FOI SEDIADA A PREPARAÇÃO:

GRATOS, ODÁCIO E NAZILDA.

KHEÓPS, O JUSTO.

criado por Kheóps    12:15:51 — Arquivado em: Sem categoria

3/2/09

SÍNTESE.

Em resumo: Por influência dos imperadores Constantino e Teodósio, - que no ano de 380 proclamou oficialmente o Cristianismo como a única “Religião de Estado”, mas que ainda foi necessário esperar mais 12 anos para que todos os outros cultos fossem definitivamente proibidos. - o Cristianismo tornou-se a religião oficial do Império Romano e entrou no desvio. Institucionalizou-se; surgiu o profissionalismo religioso; práticas exteriores do paganismo foram assimiladas; criaram-se ritos e rezas, ofícios e oficiantes. Toda uma estrutura teológica foi montada para atender às pretensões absolutistas da casta sacerdotal dominante, que se impunha aos fiéis com a draconiana afirmação: "Fora da igreja não há salvação". Além disso, Constantino queria um Império unido e forte, sem dissensões. Para manter o seu domínio sobre os homens e estabelecer a ditadura religiosa, as autoridades eclesiásticas romanas deviam manter a ignorância sobre as filosofias e escrituras.

A mesma bíblia devia ser diferente. Devia exaltar Deus e os Patriarcas mas, também, um Deus forte, para se opor ao próprio Jeová dos Hebreus, ao Buda, aos poderosos deuses do Olimpo. Era necessário trazer a Divindade Arcaica Oriental, misturada às fábulas com as antigas histórias de Moisés, Elias, Isaías, etc., onde colocaram Jesus, não mais como Messias ou Cristo, mas, maliciosamente, colocou Jesus parafraseado de divindade no lugar de Jezeu Cristna, a segunda pessoa da trindade arcaica do Hinduísmo. Nesse quadro de ambições e privilégios, não havia lugar para uma doutrina que exalta a responsabilidade individual e ensina que o nosso futuro está condicionado ao empenho da renovação interior e não à simples adesão e submissão incondicional aos dogmas de uma igreja, os quais, para uma perfeita assimilação, eram necessários admitir a quintessência da teologia: "Credo quia absurdum", ou seja, "Acredito mesmo que seja absurdo"(!), criada por Tertuliano (155-220), apologista Cristão.

criado por Kheóps    14:39:48 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?

1/2/09

A LENDA - 3

Conseqüentemente, a liderança religiosa passou às mãos dos patriarcas Romano-Alexandrinos, que, auxiliados pelo exército do Imperador, começaram uma "purgação" bem nos moldes daquelas da Rússia moderna. Os cabeças das seitas cristãs independentes foram aprisionados; seus templos, interditados; e congregações inteiras foram sacrificadas nas arenas das províncias de Roma e Alexandria.

Os gnósticos gregos, herdeiros dos Mistérios de Elêusis, foram acusados de práticas infames por padres castrados como Orígenes e Irineu (a castração era um método singular de preservar a castidade, derivado do culto de Átis, do qual se originou a psicologia Romano-Alexandrina). Os essênios foram condenados através do hábil truque de fazer dos judeus os vilões do Mistério da Paixão; e com a derrota e dispersão finais dos judeus pelos quatro cantos do Império, a igreja Romano-Alexandrina respirou desafogada e pode dedicar-se completamente ao que tem sido sua especialidade desde então: manipular seus implantes mentais na humanidade de acordo com suas idéias e intenções.

 

criado por Kheóps    17:57:57 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?

A LENDA - 2

Constantino não teve visão alguma! Tais lendas teriam então sido inventadas pelos patriarcas romanos dos três séculos que se seguiram, durante os quais todos os documentos dos primórdios da assim chamada "era Cristã" existentes nos arquivos do Império Romano, foram completamente alterados.

O que realmente aconteceu na época de Constantino, foi que, aliados os presbíteros de Roma e Alexandria, com a cumplicidade dos patriarcas das igrejas locais, dirigiram-se ao Imperador, fizeram-lhe ver que a religião oficial era seguida apenas por uma minoria de patrícios, que a quase totalidade da população do Império era cristã (pertencendo às várias seitas e congregações das províncias); que o Império se estava desintegrando devido a discrepância entre a fé do povo e a dos patrícios; que as investidas constantes de seitas guerreiras essênias da Palestina incitavam as províncias contra a autoridade de Roma; e que, resumindo, a única forma de Constantino conservar o Império seria aceitar a versão Romano-Alexandrina do Cristianismo.

Então, os bispos aconselhariam o povo a cooperar com ele; em troca, Constantino ajudaria os bispos a destruírem a influência de todas as outras seitas cristãs! Constantino aceitou este pacto político, tornando a versão Romano-Alexandrina do Cristianismo na religião oficial do Império.

criado por Kheóps    17:49:01 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?
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