* CONSCIÊNCIA LIVRE *

Saudações Cordiais! Deixo neste espaço um pouco do que vivi e aprendi para que você possa apreciar e participar comigo, com carinho e simplicidade. Bom proveito! KHEÓPS JUSTO.

25/12/08

MAIS UM NATAL!

POIS ENTÃO, CAROS NAVEGANTES!

VIVEMOS MAIS UMA DATA QUE É UM MARCO GLOBAL, RECORDEMOS QUE NESTE PERÍODO UM MAGNIFÍCIO PORTAL CELESTE SE ABRE PARA QUE A DIVINDADE NOS BRINDE COM UM PRESENTE. COM AQUILO QUE MAIS PRECISAMOS INTERNAMENTE. PREPAREMOS-NOS PARA RECEBÊ-LO. É DE GRAÇA. NADA CUSTA. E TODOS QUE O QUISEREM RECEBER RECEBERÃO! FELICIDADES E NOS PREPAREMOS PARA MAIS UM ANO DE INTENSA ATIVIDADE, SE ASSIM FOR A META.

AGRADEÇO POR TODO O CARINHO E ATENÇÃO DEDICADOS E ESTE SINGELO BLOG, CUJO OBJETIVO NÃO É OUTRO SENÃO O DE SIMPLESMENTE SER UM INDICADOR, UMA PLACA NA ESTRADA DAQUELE QUE SE AVENTURA A VIAJAR PELA AUTOREALIZAÇÃO ÍNTIMA.

FELICIDADES.

BOAS FESTAS.

KHEÓPS, O JUSTO.

criado por Kheóps    08:57:44 — Arquivado em: Sem categoria

17/12/08

A PAZ DOGMÁTICA

Na luta, que começou ao ano 323, contra seu cunhado, o Imperador Licínio, soberano da metade oriental do Império, Constantino enviou suas tropas à batalha com o emblema cristão. Obtiveram a vitória, e Constantino passou à história como general invicto. Após reinou no Ocidente e Oriente sob o "lábaro", ou estandarte imperial, de cor púrpura com as iniciais gregas do nome de Cristo bordadas em ouro.

Desde 326 a 330, o Imperador fez cunhar a primeira moeda com o símbolo cristão, embora Roma tenha posto em circulação, ao mesmo tempo, moedas com as imagens da loba de Rômulo e Remo. Constantino, apesar de favorecer aos cristãos, apreciava deste modo os cultos antigos e manifestava sua simpatia pelos antigos deuses. Era um político religioso de grande estilo. "Considero que a cisão interna da igreja é mais perigosa que as guerras e batalhas", advertiu Constantino ao ver as discórdias entre os cristãos. Estes não deixavam de disputar, quer fosse na África, no Egito, Síria ou países vizinhos; até a igreja do Oriente se dividiu. Aquilo podia ser uma faísca perigosa para o Império romano. Então, o Imperador interveio com decisão e energia na política eclesiástica. Sabia o que fazia falta: paz!

criado por Kheóps    19:02:38 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?

15/12/08

ESTRATÉGIA - 3

Constantino organizou o primeiro serviço litúrgico cristão no exército. Aos domingos, os soldados iam ao campo de exercícios. A um sinal, cristãos e não cristãos rezavam em latim com as mãos levantadas. E o olhar fixo no alto. Observe, Deus já não habita dentro, mas sim fora, no “alto”. Diz-se que o próprio Imperador tinha redigido a oração, que dizia assim: "Só te reconhecemos como rei; imploramos-te como protetor; de ti obtivemos as vitórias, por ti nos impusemos aos inimigos. Estamos agradecidos pelo bem que nos tens feito, e esperamos poder dizer-te obrigado pelo que nos faças no futuro. A ti nos dirigimos, implorando: Conserva nosso Imperador Constantino e a seus filhos, queridos de Deus, uma vida longa e vitoriosa."

Em março de 321, o Imperador promulgou uma lei que restringia o trabalho nos domingos; - bendito feriado mundial e alguém poderia até pensar que no sétimo dia Deus descansou! - quatro séculos depois, aquela proibição fez-se extensiva a todo trabalho no domingo. Constantino insistia em celebrar como dia de descanso "o venerável dia do sol". A importância do domingo aumentou embora, no século II, tenha aparecido o costume de celebrar a quarta-feira como dia em que o Alto Conselho tinha ordenado a detenção de Jesus, e na sexta-feira por ser o dia de seu Suplício. Os dois últimos dias eram de penitência, enquanto que no domingo era uma festa alegre. Próprio do "dia do Senhor" era o "Ágape do Senhor". O Imperador Constantino permitiu que no domingo se emancipassem escravos e que as autoridades lavrassem as atas daquelas emancipações.

criado por Kheóps    13:44:42 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?

9/12/08

ESTRATÉGIA - 2

Os privilégios concedidos pelo Imperador aos cristãos requeriam uma contrapartida político-militar; a este efeito, a grande reunião eclesiástica celebrada em Arles no ano 314, sob a direção de Constantino, emitiu um documento sobre a negativa de prestar o serviço militar. Nele se diz: "Os que em tempo de paz abandonem as armas, serão excluídos da comunhão." Seria o princípio do que se tornaria conhecido por excomunhão! Para os cristãos dos primeiros séculos, assim como para os bispos e pais da igreja, os crentes não podiam ser arrolados para o serviço militar, e até lhes estava proibido assistir como espectadores às lutas de gladiadores.

Em Arles, adotou-se outro critério. Agora, sob o reinado de Constantino, a igreja consentia em que os cristãos levassem espada, e até negava o sacramento do altar aos que seguiam o exemplo dos antigos soldados mártires. Os que caíram da fé pareciam esquecidos; os soldados mártires, sacrificados.

Ao cabo de cinco anos de ter começado o governo de Constantino em Roma, Itália e África, todos os estandartes do exército romano ostentavam o anagrama de Cristo, com estas palavras: "In hoc signo vinces" (Neste sinal, vencerás!). Oito anos depois da conquista de Roma se gravou como símbolo imperial nas lanças a cruz de Cristo, que um dia havia aparecido ao Imperador e a seus soldados. A iconografia começava sua jornada para o futuro da fé nos arquétipos religiosos encomendados.

criado por Kheóps    19:20:02 — Arquivado em: CONCEITOS, PARA QUÊ?
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