
Considerando que o Universo e tudo o que ele contém vibra e faz vibrar, podemos afirmar que o ser humano pode acessar múltiplas freqüências e estar vibrando em um dado estado freqüêncial. É possível acessar freqüências do tipo: sonora, luminosa e também outras que estão fora da classificação tradicional da ciência, as chamadas percepções extra-sensoriais, assim denominadas por extrapolarem as percepções comuns, mas que no entanto, podem ser desenvolvidas e estimuladas com treino e perseverança. Portanto, para cada estado freqüêncial podemos associar um estado de consciência do ser humano.

Pessoas conscientes, hábeis e treinadas podem chegar ao ponto de dominar o seu estado freqüêncial com a força de vontade. Já o ser humano inconsciente simplesmente se identifica com a freqüência externa e é conduzido por energias que muitas vezes desconhece, gerando estados desastrosos em sua vida.
Existem várias formas de mudar o estado vibracional ou freqüêncial. É possível fazer uma grande massa de pessoas vibrarem em uma faixa freqüêncial. Isso produz um estado de ressonância no grupo e este passa a ter comportamentos semelhantes entre os seus indivíduos. Um exemplo é um show de música. Quando a música é do tipo pesada, dissonante, abaixando a freqüência do grupo que a escuta constantemente, provoca alterações nas psiques e surgem comportamentos de grupo do tipo: camisetas pretas com monstros desenhados; tatuagem pelo corpo dos ídolos ou de animais ou ainda figuras grotescas de todas as espécies, os indivíduos passam a andar, falar e agir completamente diferentes. É comum muita gritaria, agitação extrema, álcool e drogas nesse grupo de pessoas. Existem aqueles que fazem a sua opção consciente e sabem o que estão fazendo e até manipulam outros indivíduos do grupo, mas certamente uma boa parte faz por indução, “entrando na onda” ou até por querer pertencer a um grupo desse tipo.

Um outro exemplo verticalmente oposto na escala de freqüência, é um concerto de música clássica. As pessoas que participam desse tipo de evento normalmente estão sentadas, bem acomodadas, em silêncio a ponto de, num local com muitas pessoas e uma orquestra completa no palco, ser possível escutar o bater da batuta do maestro.
Estendendo um pouco mais a visão sobre vibração e a faixa freqüêncial em que os indivíduos se encontram, perguntamos: Qual o comportamento das pessoas em um baile funk? Em um show sertanejo? Em um sarau de poesia? Nas arquibancadas de um jogo de futebol? Em uma escola de samba? Em um templo religioso? O que diferencia todos esses estados uns dos outros?

Afirmamos que muitas pessoas que estão nesses lugares entram em ressonância com o estado frenqüêncial das outras, ou mesmo da música ambiente, e por alguma razão específica e/ou até mesmo por afinidade, deixam de ser donas de suas atitudes, identificando-se com tudo a sua volta e perdendo a consciência individual, passando a ser teleguiadas por aqueles que habilmente dominam aquela faixa freqüêncial.
Citamos os estilos de músicas simplesmente para evidenciar a diferença que a freqüência musical trás para os ouvintes e por ser uma demonstração de compreensão muito simples; não cabe aqui julgamento de um estilo ou outro. Nosso objetivo básico é estudar o que é faixa freqüêncial e a música, por ser universal, é um excelente exemplo!
Expandindo essa idéia, é possível perceber que para manipular uma grande massa de pessoas basta ter domínio sobre a faixa freqüêncial em questão. Após certo tempo, os indivíduos que estão em contato com aquele tipo de freqüência ficam hipnotizados de tal forma que podem jurar com todas as suas forças que eles são assim mesmo e não estão sofrendo nenhuma influência no seu comportamento, mesmo que aos olhos de outras pessoas, não sujeitas àquela vibração, suas atitudes e comportamentos sejam muito estranhos e até prejudiciais a eles mesmos como ser humano.
