29/4/08
NOÇÕES DE FREQÜÊNCIA - 3
Existem ainda muitas outras freqüências da luz que não são percebidas pelo nosso sentido da visão, como por exemplo, os raios ultravioletas e os raios infravermelhos. Tais raios são também aspectos da luz, mas em outra freqüência não visível, ou melhor, vibram numa escala de freqüência tão distinta que nossos olhos físicos não conseguem captar. Os raios infravermelhos podem ser sentidos através da sensação térmica. Por exemplo, ao nos aproximarmos de um forno quente, ou ainda numa exposição ao Sol. Já os raios ultravioletas não são percebidos, mas mesmo assim é comum óculos de sol com filtros nessa faixa freqüêncial da luz, para proteção dos olhos.

No começo do século XX grandes cientistas trabalharam com o entendimento da radiação e deram um novo salto conceitual para o entendimento da natureza da luz e a constituição do que chamamos de matéria.

Planck criou o termo “quantum” quando percebeu que a energia só poderia ser irradiada em pequenos pacotes. Daí surgiu o Termo Mecânica Quântica, teoria da Física que se propõe a explicar o interior atômico e suas interações. Albert Einstein, seguindo por essa vertente, coloca a luz em pequenos pacotes, chamados fótons, assim surge uma inesperada explicação da constituição do universo: A luz é explicada ao mesmo tempo como uma onda e como uma partícula.

Portanto, uma partícula chamada fóton (luz) tem uma energia, uma freqüência e um comprimento de onda característicos. Todos estes fatos e um profundo estudo feito pela comunidade cientifica da época, proporcionou a Louis de Broglie, em 1924, mais um extraordinário pensamento: a existência de ondas de matéria.

Conclusão: elementos que antes eram tidos apenas como partículas (elétrons, prótons e etc.) agora podiam ser explicados matematicamente com argumentos ondulatórios.
A mencionada teoria evoluiu muito e se tornou o que os físicos chamam de modelo padrão estudado e pesquisado na atualidade. Contudo não é o fim, pesquisas recentes de cientistas visionários, começam a montar a Teoria do Tudo, a chamada Teoria das Cordas! Essa teoria propõe explicar o Universo e tudo em seu interior através do conceito de cordas infinitamente pequenas que vibram em 11 dimensões distintas. Cada partícula do universo seria, em síntese, um estado vibracional das cordas fundamentais que as constituem. Ela ainda depende de comprovações, mas a idéia na qual está baseada serve para ingressarmos na nossa proposta de trabalho: ver o universo de forma mutifreqüêncial e multidimensional!

Vamos expandir esse conceito de freqüência para os estados de consciência do ser humano. Certamente agora faremos algo não tolerado pela comunidade científica tradicional, uniremos em um só contexto termos científicos com termos espirituais. Para os céticos de plantão essa idéia parece um tanto utópica, mas para aqueles que já entenderam que os conceitos místicos, religiosos, artísticos, filosóficos, científicos, e todos os outros desenvolvidos na cultura humana em todas as épocas e culturas derivam de uma única fonte, será fácil assimilá-lo.

criado por Kheóps
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