* CONSCIÊNCIA LIVRE *

Saudações Cordiais! Deixo neste espaço um pouco do que vivi e aprendi para que você possa apreciar e participar comigo, com carinho e simplicidade. Bom proveito! KHEÓPS JUSTO.

6/1/08

NECESSIDADE DO DESPERTAR 2

Bem, esse é o lado mais triste da vida dos que têm tais habilidades inatamente despertas ou que inconseqüentemente as buscam despertar e o fazem. Mas uma pessoa também pode desenvolvê-las para frutos maravilhosos como o apoio a si, aos seus queridos e à humanidade de uma forma nunca antes concebida, de uma forma além do dízimo ou da esmola ou de uma premonição, algo mais profundo e global, algo verdadeiramente cósmico. Isso sim seria um trabalho consciente e autêntico, voltado em prol da evolução da espécie. E quando digo “evolução” não quero dizer um processo meramente físico, digo uma revolução nos mundos conscienciais dos planos mais etéreos e magnificentes que possam habitar e coexistir no âmago da essência humana.

E como se faz para chegar a esse estágio sem que haja complicações? Desenvolvendo em primeiro lugar essa que é considerada a mais pueril, mas que é uma das mais importantes e belas habilidades que se pode querer ter: a intuição! Sem ela a pessoa pode cair em armadilhas criadas pelas emanações do mundo mental, fantasias e ilusões. O que se vê pode gerar uma credibilidade muito grande, mas até que se tenha total certeza de que o que se está vendo com uma visão interna é autêntico, urge que nos valhamos da voz que vem do coração, da voz de nosso Ser, da voz de Deus em nós! Esse maravilhoso filtro não permite que nos equivoquemos com nossas próprias boas intenções, não deixa que cometamos erros crassos e prol de uma telepatia equivocada, de uma visão estranha e impura, de uma experiência distinta no astral e coisas do gênero.

A intuição é o fiel da nossa balança interna, ela nos conduz com certeza e exatidão na reta jornada da evolução sem deixar que se caia em sugestões implantadas à nossa revelia inconsciente.
Mas, o que ocorre que a maioria não consegue se valer eficientemente dessa ferramenta maravilhosa? A intuição age em todos, sem distinção! Mas as pessoas já não acreditam em si mesmas, quanto mais numa voz que vem do Ser…

 

Preferem se valer de seus parâmetros racionais e razonativos para atingir seus objetivos e suas metas quando seria mais fácil começar a treinar suas habilidades e passar a ouvir, experimentar, testar, questionar essa voz que atua em seu íntimo. Quando essa afinação, esse refinamento começa a existir, a consciência em sintonia com a intuição passa a ser una, e os ditames do dia a dia passam a ser mais leves, pois a pessoa consegue discernir o mais apropriado para se fazer, qual a melhor conduta a ser tomada. Decisões tão simples quanto parar num semáforo quando a luz está verde pode salvar vidas. Virar a esquerda quando sempre se virou à direita, pode nos trazer surpresas gratas. Vender uma ação da bolsa de valores quando todos os prognósticos são contrários, pode ser a saída milionária. Cursos, comidas, profissão, saúde, relacionamentos, tudo pode ser conduzido de uma forma mais satisfatória se nos valemos dessa singela, porém grandiosa, vozinha que atua em nosso secreto. Com a prática e a constância essa vozinha deixa de falar baixo e passa a ter uma atuação mais plena, simultânea e a pessoa começa a ter condutas distintas que lhe trazem harmonia, equilíbrio, felicidade e afins.

Ocorre é que as pessoas, primeiro: estão atrofiando os sentidos que já possuem, os cinco básicos. A consciência já não lhe fala mais, ela grita e mesmo aos berros ainda é sufocada no rincão escuro em que se encontra prisioneira. Sequer sabem de suas outras sete capacidades, um total torpor nubla a vista e as percepções, vão se perdendo numa torrente de ilusões, necessidades transitórias, doenças programadas, condutas implantadas, formas de vida regidas pelo sistema que mais toma do que oferece. Não vamos ficar aqui por toda eternidade! Será que não existe algo mais que tudo isso que o sistema oferece? Algo mais concreto? Menos sofrido? Mais duradouro? Precisamos voltar a desenvolver o senso crítico. Quanto mais as pessoas deixam de lado o senso crítico, se sujeitam mais e mais às regras cujos fundamentos não buscam conhecer, e sob esse pálio cometem horrores em nome do cumprimento cego e submisso de ordens externas e não questionadas.

O esclarecimento do problema da coletivização é a chave para se evitar o poder cego de todos os coletivos que culminam em experiências cruéis. Guerras em nome da Paz! Esse estado inconsciente é muito interessante para os que fazem da humanidade ratos de laboratório. Apertam um botão no interior da pessoa e ela reage de um jeito; apertam outro e ela reage de outra forma; diversão para os títeres é o que somos considerados. Pode parecer cruento e frio esse argumento.

Mas caso não comece a agir como os infantes que a tudo questionam e querem saber o porquê das coisas, continuar-se-á com a bitola nas vistas regrando e conduzindo os passos, dia após dia, existência após existência, num triste círculo sem nexo ou sentido, entorpecido e dormido, sem força de vontade, e muito menos a própria vontade. O que se tem hoje são desejos; vontade é algo superior. Desejos são implantes do sistema de coletivização que precisa se alimentar de nossas energias, afinal, querendo ou não, somos receptores, geradores e transmissores de energia.

criado por Kheóps    09:50:29 — Arquivado em: PERCEPÇÕES

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