19/5/07
ATENTOS.
PARA OS QUE ADORAM GRÁFICOS QUE INDICAM TUDO DE TUDO, NA PRÓXIMA PUBLICAÇÃO TEM MAIS.
PARA OS QUE DETESTAM GRÁFICOS QUE INDICAM TUDO DE TUDO, INFELIZMENTE NA PRÓXIMA PUBLICAÇÃO TEM MAIS…
Kheóps o Justo.
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Kheóps o Justo.
Existe um outro gravame nos métodos de Ligadura Tubária e Vasectomia. A ciência conseguiu encontrar formas invasivas de trazer o prazer do sexo livre com o inconveniente da gravidez, entretanto, como será visto, esses são os mais tristes de serem feitos, pois conseguem interromper o fluxo energético da força sexual, tendo em conta a ruptura dos principais canais de fluidez.


"O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE!!!"

Já existe também o lançamento de um novo produto anticonceptivo conhecido por Implante Contraceptivo. Trata-se de um implante subdérmico que é inserido debaixo da pele, na região do braço (procedimento realizado pelo profissional médico). Durante três anos, vai liberar diariamente na corrente sanguínea as doses necessárias de etonogestrel para inibir a ovulação, evitando assim a gravidez. Depois de decidir-se por este método de contracepção, a inserção é feita pelo médico em consultório. Através de um aplicador, o implante é colocado na parte anterior do braço escolhido, cerca de 6 a 8 cm da dobra, com anestesia local. Ele é invisível, e protege contra gravidez durante 3 anos. Com o implante, o sangramento, as cólicas menstruais e a TPM tendem a diminuir. Em aproximadamente 40% das usuárias também foi observada a amenorréia (ausência de menstruação). A remoção também é feita no consultório, pelo médico. Depois de localizar o implante, através de palpação, o médico aplicará anestesia local e fará uma leve incisão de 2mm, para retirá-lo.

A Equipe não teve melhores informações a respeito de sua forma de atuação e reações adversas, mesmo porque se trata de mais uma inovação no campo da anticoncepção. Todavia, percebe-se que para se desfrutar de tamanho “benefício” ainda é necessária agressão ao físico o que por si só já é uma desvantagem sem contar as alterações no ciclo hormonal e a inclusão de mais um "implante" no organismo humano.

Existe ainda a aberração da vasectomia e da ligadura das trompas, essas sim, como veremos, com danos mais sérios à alquimia!
QUADRO DAS DESVANTAGENS DOS MÉTODOS ANTICONCEPTIVOS EXISTENTES
Método - Espécie - Descrição - Desvantagens
Métodos de barreiras e espermicidas
Camisa-de-vênus (camisinha).
Fina camada de látex que cobre o pênis ereto e evita que os espermatozóides atinjam a cavidade uterina. Pode estourar (média de 20%) e reduz a sensibilidade do ato sexual.
Camisinha feminina. Membrana fina de látex com formato de coador que se ajusta à entrada da vagina. O aro de borracha deve ficar na entrada do útero. Mulheres com aversão a manipular seus genitais e o alto custo do preservativo, bem mais caro que o masculino.
Espermicida. Produto que desativa ou elimina espermatozóides, encontrado sob diversas formas: gel, pomada, aerosol, geléia e supositório vaginal. Alta incidência de gravidez (média de
30%) e só pode ser usado no momento da relação sexual, senão perde a validade.
Diafragma. Dispositivo circular colocado na entrada do útero, impedindo a passagem de espermatozóides. Não protege contra DST, pode falhar (média de 25%), deve ser mantido seis horas depois do ato sexual e exige exame pélvico prévio.
Métodos naturais
Coito interrompido. Um dos métodos mais antigos, é a ejaculação fora da vagina, que exige imenso autocontrole do homem. O líquido pré-ejaculatório pode conter espermatozóides vivos e é uma porta aberta para DST, principalmente em relação a parceiros usuais.
Método Ogino-Knaus (tabelinha). Um dos mais usados no mundo. Baseado no registro dos dias férteis e não férteis. Mas é preciso ter fluxo regular e conhecer seu corpo, para estar atenta às mudanças no período fértil. Alta incidência de falhas: o estresse ou distúrbios psicológicos podem desregular o ciclo menstrual; não protege contra DST.
Muco cervical ou método de Bellings. Baseia-se na observação de mudanças no muco cervical para identificação do período fértil Ausência de garantias; não protege contra DST.
Anticoncepcionais hormonais
Pílula. Combina estrogênio e progestagênio (substâncias semelhantes aos hormônios produzidos pelo ovário). Inibe a ovulação, não permite a aderência do óvulo à camada interna do útero e modifica a qualidade do muco cervical, detendo a passagem dos espermatozóides. Requer motivação e uso diário e pode gerar efeitos como redução da libido e aumento de peso. Mulheres fumantes acima de 40 anos não devem utilizar métodos contraceptivos hormonais, sob risco de problemas cardíacos. Não protege contra DST.
Minipílula. Com efeitos semelhantes aos da pílula, contém apenas progestagênio; sua eficácia é um pouco menor, pois só altera o muco cervical. As mesmas da pílula convencional. Além disso, cerca de 20% das mulheres têm sua menstruação desregulada ou suspensa.
Injetáveis. Anticoncepcionais injetados na via muscular que impedem a ovulação, com duração de um mês, três meses, um ano ou três anos. Controverso, por ser novo e suspender o ciclo menstrual. A mesma da pílula, por conter hormônios. Pode causar sangramento irregular e o retorno à fertilidade é lento.
Outros métodos
DIU (Dispositivo Intra-Uterino). Pequeno objeto de plástico ou cobre, alojado no útero pelo ginecologista. Detém a concepção impedindo a passagem dos espermatozóides. Pode usá-lo por período de três a cinco anos. Mulheres que possuem mioma uterino ou períodos menstruais hemorrágicos não podem usar DIU de cobre e sim um outro de progestogênio Mulheres com útero estreito ou pequeno dificultam sua colocação; não protege contra DST.
Técnica de interceptação (pílula do dia seguinte). Ingestão de pílulas de alta dosagem hormonal, fazendo com que o útero não apresente condições de manter o óvulo fecundado. No Brasil, há pouco mais de um ano, pode ser comprada em farmácias com receita médica. Deve ser tomada até 72 horas após a relação sexual, repetindo a dose 12 horas depois. A dose elevada de estrogênio provoca efeitos colaterais, como mal-estar, alterações da função hepática e até complicações circulatórias. Não deve ser usado como método de rotina.
Métodos Cirúrgicos. Ligadura Tubária Procedimento cirúrgico de caráter voluntário para término permanente da fertilidade em mulheres. Feito por Minilaparotomia (intervalo ou pós-parto) ou laparoscopia (somente intervalo). Bloqueia as trompas de falópio (pela secção, cauterização, anéis ou clips). O espermatozóide é impedido de chegar ao óvulo. Pode se arrepender mais tarde (a reversão requer cirurgia complexa, é cara e freqüentemente com disponibilidade limitada); riscos e efeitos colaterais da cirurgia; alto custo inicial (mais do que para vasectomia); dor/desconforto de curta duração após procedimento; requer provedor treinado; Sem proteção para DST/AIDS.
Vasectomia Método cirúrgico que encerra permanentemente a fertilidade em homens. Pelo bloqueio dos condutos deferentes (ducto ejaculatório) impede a presença de espermatozóide na ejaculação. Pode se arrepender mais tarde (a reversão requer cirurgia especial, é cara e freqüentemente com disponibilidade limitada); não é imediatamente efetivo (requer tempo e até 20 ejaculações) riscos e efeitos colaterais da pequena cirurgia; dor/desconforto de curta duração após procedimento; requer provedor treinado; Sem proteção para DST/AIDS.
Na próxima publicação, ingressaremos num ponto de vista muito importante e até interessante, onde pesquisamos as desvantagens dos métodos anti-conceptivos existentes (ATÉ ENTÃO) e que trazem uma idéia da condição pela qual passam os casais da humanidade na tentativa de se manterem unidos de uma forma mais íntima.

O orgasmo passa a ser compreendido não como uma satisfação amorosa entre o casal, mas sim como a “morte”, o término do relacionamento naquele instante, o ponto final do amor naquele dia.
Os seres humanos devem ser capazes de usar seus órgãos genitais com um propósito mais elevado que o dos animais. Da mesma forma que a fecundação pode ocorrer sem a união sexual, vista através da gravidez artificial, a união amorosa pode se verificar sem o desgaste seminal, sem o derramamento do líquido criador. 
Não devemos pensar em curto prazo. Hoje o casal está bem, muito bem em verdade. São novos, experimentam tudo e de tudo, pois tudo lhes é novidade a ser avidamente sorvida e enquanto novidade, estimula. Vão se passando os anos e o casal começa a ter dificuldades amorosas. Evidente, conheceram tudo o que se podia aceitável ou não. A decrepitude se pronuncia a passos largos, o desgaste foi enorme. A esposa que antes se sujeitava a tudo já não pode se contentar com uma impotência do esposo e este, por sua vez, não pode aceitar o climatério inexorável. Inicia-se um ciclo vicioso de desunião e insatisfação conjugal que culmina em falência matrimonial com todas suas conseqüências inerentes e nefastas: dor, filhos sofrendo, doenças, gastos, saúde danificada e uma enorme lista de desgostos e dissabores que abarrotam os “lares doce lares”.

Explica-se, assim, de forma simples, o regozijo produzido pelo contato sexual que pode estabelecer-se, não só com a união dos órgãos genitais em si, mas também com o contato das mãos, com abraços, beijos, carícias. Sexo passa a ser uma palavra com um sentido mais amplo do que sua única conotação atribuída pelas pessoas em geral; arriscaríamos ainda a imaginar que a união física do pênis com a vagina poderia ser intitulado de “relação genital” e o sexo um conjunto de prazeres trocados com uma gama maior de relacionamento afetivo íntimo ou não.
D} O primeiro impulso que une o homem e a mulher não é o ato procriativo, mas sim a alegre intercomunicação do magnetismo corporal por meio do amplexo amoroso, que nada tem a ver com o orgasmo e que se verifica sem que este ocorra. Na verdade a maioria quer um relacionamento íntimo sem o desconforto de uma ejaculação para limitar o momento sublime. O mútuo contato com a pele e a união dos corpos de sexos opostos proporcionam uma troca de duas classes de magnetismo vital, os quais, em equilíbrio, constituem a perfeita regulamentação da vitalidade. Todos sabem que a solidão, a falta de carinho é um dos maiores males que assolam a humanidade. Quando um casal se encontra depois de tempos sem se verem percebe-se nitidamente que seu primeiro impulso é o de se abraçaram para então, depois, se beijarem. A reação que tal estímulo exerce no organismo é fantasticamente benéfico à saúde e bem estar geral por seus efeitos vitalizantes nas glândulas endócrinas, provocando-as a produzir uma maior quantidade de hormônios os quais entram na circulação sangüínea e contribuem em grau máximo para a vitalização de todos os tecidos do corpo e do cérebro.

C} Aumento da felicidade sexual e por conseguinte a conjugal. Muitos defendem ardentemente a satisfação orgásmica como o maior dos êxtases já imaginados pela humanidade. Bem, se o fastio, a falta de energias, o final rápido, o espasmo epilético que lhe é característico, imprevisão, cansaço, desgosto, impotência no que concerne a se reiterar o ato novamente, remorso pela insatisfação do(a) companheiro(a), ferimentos genitais, sujeira oriunda do ato, é tido como primores por tais praticantes de sexo, que permaneçam com ele e se abstenham de uma felicidade salutar, de uma relação conjugal repleta de magnetismo, sensualidade, fogo, anos sem frustração, culpa e desengano, a conversão do lar em um verdadeiro templo da felicidade, respeito, fidelidade harmonia.

B} Tal sistema é sadio em especial pelo fato de livrar a mulher da procriação involuntária (e o homem também), isentando-a do papel asqueroso de depósito de esperma e toda a condição higiênica que advém.
